Realizada entre 10 e 22 de novembro de 2025, na capital paraense, a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) ficou conhecida como a “COP da Implementação”. Pela primeira vez, o mundo se reuniu no coração da Amazônia para transformar promessas em ações concretas.
O Brasil consolidou sua posição como o grande líder da transição energética global. Para empresas e consumidores que buscam se alinhar às novas exigências de sustentabilidade, entender o que foi decidido no evento é fundamental.
Neste artigo, exploramos os principais marcos da conferência, o papel estratégico do Brasil e como o Mercado Livre de Energia e a Geração Distribuída são as peças-chave para alcançarmos as metas globais.
O que você vai encontrar nessa leitura
ToggleO que foi falado na COP30?
O foco central foi o “Pacote de Belém”, um acordo assinado por 195 países que reforçou a meta de triplicar a capacidade global de energias renováveis até 2030. Outros temas de destaque incluíram:
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Financiamento Climático: A criação de mecanismos para que países desenvolvidos ajudem na descarbonização das economias em desenvolvimento.
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Descarbonização Justa: A urgência em reduzir a dependência de combustíveis fósseis de forma ordenada e equitativa.
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Bioeconomia e Florestas: O lançamento do fundo “Florestas Tropicais para Sempre”.
O Papel Protagonista do Brasil
O Brasil chegou à COP30 com uma vantagem competitiva inegável: uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo (cerca de 90% renovável). Em Belém, o governo brasileiro apresentou novas NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas) ainda mais ambiciosas, visando a neutralidade climática.
O país se posicionou como o “celeiro de energia limpa” do planeta, liderando debates sobre hidrogênio verde, energia eólica offshore e, principalmente, a democratização do acesso à energia solar.
Mercado Livre e Geração Distribuída: Motores da Mudança
Para que as metas da COP30 saiam do papel, o Brasil aposta em dois modelos fundamentais que permitem que empresas e cidadãos participem ativamente da transição verde:
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Mercado Livre de Energia (ACL): Permite que empresas escolham seu fornecedor e negociem preços e a fonte da energia (priorizando renováveis). Com a abertura total para alta e média tensão já consolidada em 2024 e 2025, o ACL tornou-se o principal caminho para a descarbonização corporativa.
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Geração Distribuída (GD): A possibilidade de gerar a própria energia (geralmente solar) no local de consumo ou em usinas remotas. A GD foi amplamente discutida na COP30 como uma ferramenta de justiça social e resiliência elétrica, permitindo que comunidades e pequenos negócios reduzam custos e emissões simultaneamente.

Electy: Nosso Compromisso com a Transição Energética
A Electy nasceu com a sustentabilidade no DNA. Nosso compromisso está diretamente alinhado às metas ESG (Ambiental, Social e Governança), transição energética e ao legado da COP30.
Acreditamos que a tecnologia é a ponte para um mercado de energia mais livre e sustentável. Atuamos para facilitar o acesso de empresas à energia limpa, eliminando burocracias e garantindo economia.
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Impacto Ambiental: Fomentamos o uso de fontes 100% renováveis.
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Responsabilidade Social: Democratizamos o acesso à energia barata, fortalecendo a economia local.
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Governança: Transparência total na gestão energética dos nossos parceiros.
Previsões Pós-COP30: O que esperar para 2026 sobre a transição energética?
O encerramento do evento em 22 de novembro de 2025 deixou previsões claras para o mercado brasileiro:
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Aceleração de Investimentos: Espera-se um aumento de 40% em novos projetos de energia solar e eólica em 2026.
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Regulamentação do Mercado de Carbono: O Brasil deve implementar plenamente seu mercado regulado, valorizando empresas que consomem energia renovável.
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Expansão da GD: Incentivos para armazenamento de energia (baterias) devem ganhar força para estabilizar a rede.
A transição energética não é mais uma escolha, é a única via para a competitividade. A COP30 mostrou que o futuro é verde, e o Brasil está no comando.